Estudo científico nos EUA choca especialistas e prevê: o mundo pode acabar ainda este ano
- 19 de jan.
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Esquecida por décadas, uma pesquisa de 1960 feita por três cientistas da Universidade de Illinois reaparece com uma previsão perturbadora: a data do apocalipse.
A história da humanidade sempre foi permeada por previsões sobre o fim do mundo. A mais antiga de que se tem registro remonta a cerca de 4.800 anos, enquanto outras, mais recentes, envolvem até projetos modernos inspirados na Arca de Noé. Em sua maioria, essas profecias têm raízes religiosas, quase sempre associadas à ideia de um Juízo Final inevitável.
Quando a ciência entrou no debate
Em 1960, no entanto, o apocalipse ganhou um novo e inesperado protagonista: a ciência. Os pesquisadores Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, publicaram um estudo ousado que buscava prever o chamado “Doomsday” — o dia do fim do mundo — com base em modelos matemáticos e projeções populacionais.
De acordo com os cálculos apresentados pelo trio, o colapso global ocorreria em 13 de novembro de 2026.
A ameaça não seria uma catástrofe natural
Diferentemente das previsões mais populares, o estudo não apontava guerras nucleares, impactos de asteroides ou erupções de supervulcões como responsáveis pelo fim da civilização. A ameaça, segundo os cientistas, seria muito mais silenciosa — e difícil de conter: a superpopulação.
A lógica era direta. Os avanços da medicina estariam acelerando o crescimento da população mundial em um ritmo considerado insustentável. Em determinado ponto, a produção de alimentos não conseguiria acompanhar a demanda crescente, levando a um colapso social, seguido pela extinção da vida humana no planeta.
Na época do estudo, a população global girava em torno de 3 bilhões de pessoas. Hoje, esse número já ultrapassa os 8 bilhões, o que mantém vivo o debate sobre os limites do crescimento populacional, ainda que sem consenso científico sobre um colapso iminente.
Bilionários e a preparação para o pior
A possibilidade de um colapso global também alimenta comportamentos curiosos entre algumas das pessoas mais ricas do mundo. Empresários como Mark Zuckerberg, da Meta (Facebook), e Jeff Bezos, fundador da Amazon, já foram citados em reportagens internacionais como supostos construtores de bunkers e estruturas de sobrevivência, numa tentativa de se preparar para cenários extremos.
A teoria foi contestada
Com o avanço da ciência, o próprio estudo de 1960 passou a ser questionado. Pesquisas posteriores indicam que os dados populacionais atuais, aliados aos progressos na engenharia de alimentos, tecnologia agrícola e logística global, não sustentam a previsão de um colapso nos moldes apontados pelos pesquisadores da Universidade de Illinois.
Para a maioria dos cientistas, embora o crescimento populacional represente desafios reais e urgentes, ele não é visto, isoladamente, como uma sentença de extinção da humanidade.
(Com informações do Page Not Found)




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